Ação em Milagres teve 14 mortos e contou com polícias de 4 Estados – Notícias




O núcleo de inteligência das polícias dos Estados de Sergipe, Alagoas, Bahia e Ceará atuaram de forma conjunta para impedir o assalto a bancos na cidade de Milagres, no interior do Ceará, que terminou com 14 mortos — oito suspeitos e seis reféns — na madrugada desta sexta-feira (7).


Segundo a SSPDS-CE (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará), uma atuação conjunta entre grupos especiais das policiais civis de Sergipe, Alagoas, Bahia, além da Coin (Coordenadoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Ceará), acionou o Batalhão de Choque da PM cearense para intervir a ação criminosa.


Os núcleos de investigações das polícias teriam apurado que o grupo criminoso preparou um ataque a agências bancárias nos municípios de Milagres ou Missão Velha, ambos na região de Cariri, a cerca de 500 km de Fortaleza.


De acordo com a pasta, dos oito suspeitos mortos, dois foram identificados pela Pefoce (no núcleo da Perícia Forense do Ceará): Mackson Junior Serafim da Silva, 26 anos, natural de Capela (SE), e Lucas Torquato Loiola Reis, 18 anos, que nasceu em Delmior Gouveia (AL).


Dos reféns que foram mortos, cinco pertenciam à mesma família: João Batista Magalhães, 48 anos, o filho Vinícius Magalhães, 13 anos, Claudineide Santos, 41 anos, Cícero Tenório, 60 anos, e Gustavo Tenório dos Santos, 13 anos. A outra refém que morreu é Francisca Edneide da Cruz Santos, 49 anos.


Além dos mortos, a Secretaria da Segurança disse que três homens foram presos suspeitos de envolvimento com o grupo criminoso. Os policiais ainda apreenderam três pistolas (uma 9 milímetros, uma calibre 380 e outra ponto 40), uma espingarda calibre 12, um revólver calibre 38 e explosivos.


A pasta afirma que policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especial), do Cotar (Comando Tático Rural), da Força Tática e do Batalhão de Divisas da PM cearense, além da Delegacia Regional de Brejo Santo continuam a busca por mais suspeitos de envolvimento no crime.

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