‘Agora é uma nova vida, uma segunda chance’, diz músico atingido por bala perdida na Freguesia, Rio



poucos momentos atrás aconteceu a postagem através do link do: G1, da notícia “‘Agora é uma nova vida, uma segunda chance’, diz músico atingido por bala perdida na Freguesia, Rio”

Conforme o que foi informado pelo site G1:
Eduardo Ferreira Amaral, de 31 anos, foi baleado a caminho de casa, próximo à Passarela de Jacarepaguá. Tiroteio ocorreu durante tentativa de assalto a um estabelecimento comercial. Vítima de bala perdida na Freguesia tentou se esconder em loja
Reprodução
Uma bala alojada próximo à clavícula é a lembrança que o músico Eduardo Ferreira Amaral, de 31 anos, levará no corpo após ser atingido durante um tiroteio na Freguesia, bairro da Zona Oeste do Rio.
“Foi o lugar certo na hora errada. Foi coisa de milímetros que não pegou em artéria ou algo vital. Agora é uma nova vida, uma segunda chance”, contou o músico, aliviado, ao G1.
Era por volta de meio-dia da última quinta-feira (6) e Eduardo estava a caminho de casa, depois de ir a uma agência dos Correios. O músico havia acabado de comer uma esfirra, atravessou a Passarela de Jacarepaguá e seguia pela Estrada dos Três Rios quando notou uma confusão. Em seguida, ouviu barulhos de tiros.
“A confusão começou e eu não vi nada. Não tinha visto movimentação. Estava voltando pra casa. Senti um barulho e como se fosse uma pancada no rosto, e me joguei no chão pra me proteger. Quando vi, tinha acertado em mim. Pegou na minha bochecha, mais na pele”, disse.
O tumulto percebido por Eduardo havia sido uma tentativa de assalto às Lojas Americanas da região. Um policial de folga reagiu à abordagem e trocou tiros com os bandidos. Um dos suspeitos foi preso com um revólver calibre 38 e duas munições.
Câmera de segurança registra homem baleado em tentativa de assalto na Freguesia
No tiroteio, Eduardo foi baleado e buscou se proteger numa loja de utensílios que fica próximo de onde ele estava. A câmera de segurança do estabelecimento registrou o momento que o músico entra correndo, com a mão no maxilar, e é ajudado por algumas pessoas.
“Fui pedindo ajuda. Começaram mais tiros ali perto. Acabei saindo pra ir pra outra loja, pra me proteger.”
No outro local, Eduardo foi auxiliado por dois médicos. Apesar de tudo ter sido muito rápido, ele contou que conseguiu ficar relativamente tranquilo.
Policiais militares ofereceram ajuda, sugerindo levá-lo ao hospital numa viatura. Eduardo agradeceu, mas esperou a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Tiro ‘não foi de raspão’
Ao chegar ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, os médicos avaliaram a ferida de Eduardo. Segundo ele, ao colocar o dedo no ferimento, um dos profissionais constatou que o tiro não tinha sido de “raspão”, como se cogitou que seria, a princípio.
“Quando cheguei [ao hospital], o médico colocou o dedo e viu que era profundo. A bala ficou alojada perto da clavícula, no músculo. Não pegou nada vital. São pegou músculo, graças a deus. Até o ultimo exame que fizeram, foi pra ver se tinha atingido alguma veia.”
O socorro foi rápido. Os médicos checaram que Eduardo estava bem e ele só ficou 1 dia na unidade de saúde, tendo alto na sexta-feira (7). Atualmente, ele está tomando medicamentos e “esperando o corpo agir”. Quando conversou com o G1, no domingo (9), ele ainda sentia um pouco de dor.
“Ainda sinto uma dor, como se tivesse voltado da academia. É muscular. Sinto uma tensão na região, por conta do corpo liberar a adrenalina. De sexta pra cá, eu já to bem melhor”, garantiu.

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