Álbum de Lula Côrtes, ‘Rosa de sangue’ desabrocha ao ser relançado em LP quase 40 anos após edição original



A poucos minutos atrás foi veiculado através do portal: G1, da notícia “Álbum de Lula Côrtes, ‘Rosa de sangue’ desabrocha ao ser relançado em LP quase 40 anos após edição original”

Conforme o que foi informado através do portal G1:
Cinco anos após ter lançado o lendário álbum duplo Paêbirú – Caminho da montanha do sol (1975), gravado e assinado em dupla com o então ainda desconhecido Zé Ramalho, o cantor e compositor pernambucano Lula Côrtes (9 de maio de 1949 – 26 de março de 2011) voltou ao estúdio da gravadora recifense Rozenblitz e gravou em 1980 um álbum, Rosa de sangue, que se tornaria raro e praticamente inédito no Brasil por briga jurídica no mercado fonográfico brasileiro.
É que, na sequência da edição de Rosa de sangue naquele ano de 1980, Lula Côrtes assinou contrato com a gravadora Ariola – companhia multinacional então recém-instalada no Brasil – e lá gravou novamente (algumas) músicas do repertório de Rosa de sangue no álbum O gosto novo da vida (1981).
Exemplificada em músicas como Dos inimigos e São várias as trilhas, a recorrência parcial do repertório gerou pendenga judicial entre as gravadoras Rozenblit e Ariola – o que levou a Ariola a interromper a comercialização do álbum O gosto novo da vida. E a Rozenblit a parar de investir no lançamento de Rosa de sangue.
Capa e contracapa da reedição em LP do álbum ‘Rosa de sangue’, de Lula Côrtes
Divulgação / Polysom
É por isso que Rosa de sangue soa praticamente novo no mercado nacional, desabrochando 39 anos após a edição original, ao ser relançado em LP na série Clássicos em vinil, da Polysom, na sequência da reedição de Paêbirú na mesma série. A reedição de Rosa de sangue em LP chega ao mercado brasileiro ainda neste mês de junho de 2019.
Pintado com as tintas da psicodelia nordestina, o repertório do álbum Rosa de sangue inclui as regravações de Noite preta – parceria de Lula Côrtes com Alceu Valença e Zé Ramalho, lançada em 1978 no primeiro álbum solo de Ramalho – e A pisada é essa (Capiba, 1952), entre oito músicas então inéditas como Balada da calma (Don Tronxo).

Continuaremos seguindo as novidades e publicando vídeos relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *