Após troca de farpas com Macron, Bolsonaro diz que ninguém é contra dialogar com a França



A algum tempo foi divulgado através do portal: G1, da notícia “Após troca de farpas com Macron, Bolsonaro diz que ninguém é contra dialogar com a França”

De acordo com o que foi informado pelo link G1:
Presidente comandou reunião com governadores da região da Amazônia para tratar de queimadas. Ele disse que postura do líder francês tem a ver com baixa popularidade em seu país. Bolsonaro comanou reunião no Palácio do Planalto com governadores da Amazônia
Reprodução/EBC
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (27), em reunião com governadores da Amazônia, que ninguém é contra dialogar com a França.
A declaração ocorre depois de dias de trocas de farpas entre Bolsonaro e o presidente francês, Emmanuel Macron, em torno das queimadas na floresta amazônica.
Na semana passada, quando o aumento dos focos de incêndio começou a despertar reações internacionais, Macron foi uma das principais vozes a se levantar contra a política ambiental do governo brasileiro. Ele chegou a dizer que Bolsonaro mentiu sobre a preservação da Amazônia e sobre compromissos do país com o acordo do clima de Paris.
Em resposta, Bolsonaro sugeriu que Macron tem interesses econômicos na floresta e busca reviver o comportamento colonialista da França.
Diante dos governadores, Bolsonaro disse que a postura de Macron tem a ver com a baixa popularidade do presidente francês junto à população de seu país.
“Pessoas com o pensamento como o senhor Macron, ele deve pensar duas, três vezes, antes de querer sair de uma situação complicada que se encontra, uma rejeição enorme no seu país, até mesmo, cerrando conosco. Ninguém é contra aqui dialogar com a França, em hipótese alguma”, afirmou Bolsonaro.
O presidente também disse que conversou com alguns líderes que participaram, no fim de semana, da reunião do G7 (grupo dos sete países mais ricos do mundo), para que levassem “serenidade” sobre a situação da Amazônia para o encontro.
“Agradecemos o trabalho do G7, conversei com alguns presidentes, entre eles o Donald Trump, com dois outros presidentes que participaram como convidados, como do Chile e da Espanha, para que exatamente acalmasse, levasse a serenidade para uma reunião tão importante que é a do G7”, acrescentou Bolsonaro.
Na segunda-feira (26), Macron disse que o G7 enviaria US$ 20 milhões para auxiliar o Brasil no combate às queimadas. No entanto, Bolsonaro afirmou que não aceitará, a não ser Macron retire “insultos” contra ele e falas sobre um possível status internacional da Amazônia.
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