Brasil e China decidem reativar comissão bilateral

Minutos atrás foi divulgado pelo portal G1 a notícia “Brasil e China decidem reativar comissão bilateral”.

Confomre informação divulgada no portal do G1: ” O pragmatismo parece estar prevalecendo nas relações do Brasil com a China. A superação das desconfianças do governo chinês em relação ao governo Jair Bolsonaro, que durante a campanha chegou a dizer que a China “está comprando o Brasil”, está se dando de maneira progressiva, a partir de vários encontros do embaixador chinês no Brasil., Yang Wanming, com autoridades do novo governo.
A reativação da Comissão Sino-Brasilieira de Alto Nível (Cosban) já foi acertada entre os dois governos. Essa comissão bilateral, criada em 2004, estava suspensa desde o impeachment da presidente Dilma Rousseff, por uma questão de ordem formal.
Essa comissão bilateral é presidida pelo vice-presidente do Brasil e o vice-primeiro-ministro da China. Quando Temer assumiu a presidência em 2016, o Brasil ficou sem vice. E o governo chinês não aceitou a sugestão do Itamaraty de que o Brasil fosse representado pelo Ministro das Relações Exteriores, na época o senador José Serra.
A primeira reunião está marcada para junho, em Pequim. O órgão é composto por várias subcomissões. Trata de assuntos estratégicos na relação entre os dois países, mas especialmente de comércio e investimentos, área em que o Brasil tem grande interesse, para alavancar projetos de infraestrutura.
No final de 2018, após vitória de Bolsonaro nas eleições, jornal estatal da China publicou editorial dizendo que novo presidente brasileiro não devia agir como um ‘Trump tropical’ e romper acordos comerciais com a China
Reprodução
A China é o principal parceiro comercial do Brasil. As vendas para o mercado chinês somaram US$62,2 bilhões no ano passado. As importações, US$34,7 bilhões. As exportações brasileiras são basicamente de soja, petróleo e minério de ferro. Ao Brasil interessa ampliar a pauta de exportações, incluindo produtos de maior valor agregado.
O ex-embaixador brasileiro em Pequim, Marcos Caramaru, que passou os últimos dias no Brasil, avalia que as relações Brasil-China tendem à normalização, depois dos ruídos iniciais provocados pelas declarações do então candidato Jair Bolsonaro no ano passado.

Editoria de Arte / G1 “

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