Com nova mudança em janeiro, Elói Mendes terá terceiro prefeito em dois anos | Sul de Minas



Um novo político deve assumir a Prefeitura de Elói Mendes (MG) a partir do dia 1º de janeiro de 2019. Esta será a terceira troca de prefeito na cidade em menos de dois anos.

A mudança fora do período do eleitoral ocorre por causa de uma Lei Orgânica Municipal que prevê uma eleição a cada dois anos na Câmara para definir presidente da casa. O presidente da Câmara é responsável por assumir o papel do Executivo desde que o prefeito e o vice eleitos tiveram os mandatos cassados, em 2017.

A nova eleição na Câmara acontece no próximo dia 17 de dezembro, mas o candidato escolhido não deve se sentar na cadeira do Legislativo, com o recesso da Câmara. Com isso, deve assumir o papel de prefeito no lugar de Félix, em janeiro.

Para o prefeito interino, a situação pode prejudicar a cidade, uma vez que o novo chefe do Executivo vai pegar um trabalho pela metade e deve permanecer somente até o fim de 2020.

“Acho que isso traz um prejuízo incalculável para população. Sabemos que logo vem recesso de janeiro, fevereiro é carnaval. É uma situação que vai ser resolvida só lá para março, e a população é a maior prejudicada”, afirma.

Elói Mendes terá três prefeitos em dois anos — Foto: Reprodução/EPTVElói Mendes terá três prefeitos em dois anos — Foto: Reprodução/EPTV

Elói Mendes terá três prefeitos em dois anos — Foto: Reprodução/EPTV

Segundo o assessor jurídico Alexandre Pereira Gonçalves, além de Félix, o vereador eleito vice-presidente da Câmara também não pode concorrer à eleição.

“Nossa Lei Orgânica proíbe a reeleição para qualquer cargo na mesa. Como o Silvério foi eleito presidente da Câmara, ficou em um período curto, mas foi eleito, ele não poderia [ser reeleito]. O Julio Cesar foi eleito vice, mas assumiu interinamente a presidência, participou de todos os atos, também entendo que estaria impedido “, explica.

De acordo com o TRE, Cadorini e Miranda entraram com recurso contra o processo no Tribunal Superior Eleitoral. Agora, é preciso que o TSE julgue o caso, que está parado em Brasilia (DF).

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