Flávia Alessandra estrela comédia romântica que mistura ‘Ghost’ e ‘Quem vai ficar com Mary?’



Hoje, a poucos instantes foi ocorreu a divulgação através do portal: G1, da notícia “Flávia Alessandra estrela comédia romântica que mistura ‘Ghost’ e ‘Quem vai ficar com Mary?'”

De acordo com o informado através do site G1:
‘O amor dá trabalho’, com Leandro Hassum, estreia nesta semana. Ela fala ao G1 sobre filmagens: ‘Ainda existe uma glamourização da nossa carreira. Mas é de fato uma ralação’.
Flávia Alessandra em “O amor dá trabalho”
Reprodução/Instagram
Em “O amor dá trabalho”, Flávia Alessandra é Elisângela, uma empresária, dona de um food truck vegano. Doze anos antes, ela havia sido abandonada no altar pelo noivo.
É aí que entra em cena o malandro Ancelmo (Leandro Hassum). Ele sofre um acidente e, para garantir seu lugar no céu, tem que mostrar que é um bom espírito e banca o cupido.
A atriz de 45 anos conta ao G1 que teve três desafios:
1) Não se distrair com as piadas não roteirizadas de Hassum:
“A gente tinha que se concentrar. Eu me esforcei muito. Sabia como era importante, porque de repente eu podia rir no melhor take do Hassum e perder a cena. Foi difícil. E delicioso.”
Para este desafio, o diretor Alê McHaddo sugeriu uma técnica: “Primeiro a gente fazia a cena sem Hassum e descobria as emoções. E depois rodava com ele”.
Assista ao trailer de “O amor dá trabalho”
2) Entender as intervenções do ator
Em muitas cenas, Anselmo contracena com outros personagens, mas como eles não podem vê-lo ou ouvi-lo, qualquer interferência soaria estranha.
Entender o tempo da comédia era vital: “Só assim para que nosso comportamento soasse natural e não como uma pausa para o espírito do Hassum falar”.
3) Não cair na tentação da comédia escancarada
Não que o filme não seja todo nesta linha, mas Elisângela é a personagem que segura a onda e traz a pegada romântica ao filme.
“Usamos de referência ‘Quem Vai Ficar com Mary?’. No filme, ela era a personagem central e centrada, enquanto absurdos ocorriam ao redor dela e ela continuava agindo com naturalidade.”
“A Elis é a mesma coisa. É a personagem central que equilibra o filme. Ela tinha que ser personagem pé no chão, com comédia muito sutil.”
Para Flávia, “Quem vai ficar com Mary?” (1998) tem mais referências para sua personagem do que “Ghost: Do outro lado da vida” (1990).
“O amor dá trabalho” busca inspiração neste drama estrela por Demi Moore por ele também mostrar uma temática espiritualizada e leve.
Bruno Garcia, Leandro Hassum e Flavia Alessandra em cena de “O amor dá trabalho”
Divulgação
Mulheres no comando
Questionada sobre a mensagem do filme, Flávia deixa de lado a trama com temas como religião, alimentação vegana e mudanças no estilo de vida após um grande trauma. Ela foca na personagem central:
“Esse filme retrata o protagonismo feminino. A gente tem a jornada da Elis retratada nas telas”.
“Vi as chamadas dos próximos filmes que vem por aí e a maioria está com as mulheres protagonizando. Finalmente. Pra mim, o mais bacana de tudo é conseguir ver isso. A trajetória de uma heroína aí nas telas.”
O G1 cita, então, “A Vida Invisível”, indicado pelo Brasil para tentar uma vaga no Oscar 2020. Ele dá voz às mulheres, segundo o diretor Karim Aïnouz. “Exato. Estamos ocupando os espaços necessários.”
Cena de ‘O Amor dá Trabalho’
Reprodução
Outros desafios
Outro desafio de Flávia Alessandra ficou para fora da temática do filme. Nas redes sociais, ela comentou que “fazer filme dá trabalho”. Desabafo semelhante foi feito por Bruna Marquezine ao anunciar sua primeira protagonista para os cinemas. A atriz chegou a citar “desgaste físico”.
“Quando falo da dificuldade, mas também do grande prazer, é no sentido de estar emburacada naquele projeto. Cinema á assim. São dois, três messes que você fica dedicada e com uma carga horária grande. Uma rotina de trabalho de seis dias trabalhando e uma folga na semana.”
“Os horários são sempre muito cedo. Ainda mais em um filme como o nosso, que tinha bastante externa. O resultado é lindo. Mas o carro te pega 4h30 pra filmar na primeira luz do dia. É um puxadão. Mas no final compensa.”
“Ainda existe uma glamourização da nossa carreira. Mas é de fato uma ralação”.
Flávia contou que, por o filme se passar em São Paulo e só ter uma folga por semana entre as gravações, ficou quase todo o período sem voltar ao Rio, onde mora. “Vi minha família umas quatro vezes só”.
Flávia Alessandra com Bruno Garcia em “O amor dá trabalho”
Divulgação

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