Funcionário do consulado britânico em Hong Kong fica detido na China, diz jornal



alguns minutos publicado através do site: G1, do artigo “Funcionário do consulado britânico em Hong Kong fica detido na China, diz jornal”

Segundo o que foi informado pelo portal G1:
Jornal local diz que ele viajou a Shenzhen, na província chinesa de Guangdong, para uma reunião de negócios no dia 8 de agosto e não conseguiu retornar. Um funcionário do consulado britânico em Hong Kong viajou a Shenzhen, na província chinesa de Guangdong, para uma reunião de negócios no dia 8 de agosto e não conseguiu retornar, de acordo com o jornal local “HK01”.
O ministério das Relações Exteriores do Reino Unido afirmou que está “muito preocupado” com as informações.
“Estamos muito preocupados com as informações de que um membro de nossa equipe foi detido quando retornava a Hong Kong de Shenzhen. Estamos dando apoio à família e buscando mais informações com as autoridades na província de Guangdong e em Hong Kong”, afirmou o ministério em um comunicado.
Onda de protestos
Manifestantes se concentram em área com vista para o Conselho Legislativo de Hong Kong durante protesto neste domingo (18)
Lillian Suwanrumpha / AFP
O incidente acontece no momento em que a ex-colônia britânica enfrenta a pior crise política em décadas.
Manifestações pró-democracia acontecem em Hong Kong há 11 semanas e, em muitos casos, terminaram com confrontos violentos entre a polícia e ativistas radicais.
Nas últimas semanas, a China elevou o tom ante os protestos, que considera um desafio direto a seu governo, e afirmou que as ações mais violentas dos manifestantes mostram “sinais de terrorismo”. Tropas chinesas foram posicionadas em Shenzhen, o que fez aumentar o medo de uma intervenção direta chinesa para conter as manifestações.
Brasileira que participou de protestos diz que ameaça chinesa não vai parar manifestantes
A chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, disse esperar que “uma volta à calma” esteja a caminho no território, depois que a grande manifestação do último domingo (18) acabou sem violência. Apesar da chuva, organizadores dizem que levaram 1,7 milhão às ruas. O governo local fala em 128 mil. A CNN não pode verificar as informações de maneira independente.
A mobilização começou por causa de um projeto de lei — atualmente suspenso — que previa a extradição de cidadãos de Hong Kong para julgamento na China.
Posteriormente, os manifestantes ampliaram a pauta de reivindicações e dizem que lutam contra a erosão do arranjo “um país, dois sistemas” — que confere certa autonomia a Hong Kong desde que a China retomou o território do Reino Unido, em 1997.
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