Mancha de petróleo ameaça Bahamas, após furacão Dorian



A pouco tempo foi aconteceu a postagem no site: G1, do artigo “Mancha de petróleo ameaça Bahamas, após furacão Dorian”

De acordo com o veiculado pelo site G1:
Após devastar o arquipélago das Bahamas, o furacão Dorian também parece ter causado um grande desastre ambiental na ilha de Grande Bahama, onde o petróleo está sendo derramado em pleno lençol freático. Após checagem, número de desaparecidos foi reduzido para 1.300 nesta quinta-feira (12). Terminal de óleo danificado nas Bahamas
Equinor/Reuters
Uma maré de lama negra, dentro de uma floresta de pinheiros devastada. A poucos quilômetros da vila de High Rock, onde ainda vivem 17 habitantes, 6 enormes tampas de tanques de petróleo voaram com a força do vento do furacão Dorian.
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Segundo a agência RFI, o derramamento de óleo foi massivo e parece ter atingido o oceano, segundo informações da empresa Equinor, mas imagens aéreas provam exatamente o contrário.
O solo abriu brechas e a vegetação foi contaminada pelo petróleo por vários quilômetros. Joseph Darville, presidente da Waterkeepers nas Bahamas, esteve no local: “Não é apenas o que você vê lá, temos o nosso lençol freático a apenas um metro da superfície, de modo que qualquer poluição por hidrocarbonetos afetará nossa água potável. E estamos apenas recomeçando a receber água corrente em Grande Bahama, mas fomos avisados para não bebermos ou lavarmos coisas com ela, apenas usar na descarga”, diz.
As fortes chuvas previstas nos próximos dias aumentam o medo de um vazamento dos tanques que foram abertos. A empresa norueguesa Equinor, que gerencia o armazenamento de petróleo e evacuou sua equipe antes do furacão, prometeu limpar os danos, mas admitiu enfrentar uma situação “complexa e difícil”.
1.300 desaparecidos
O número de desaparecidos após a passagem do Dorian pelas Bahamas foi reduzido para 1.300 nesta quinta-feira (12). Segundo o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Emergências, Carl Smith, isso aconteceu após a checagem de dados de pessoas que estão em abrigos ou que foram evacuadas, mas estão bem.
Na quarta-feira, o governo tinha uma lista com 2.500 nomes, mas o cruzamento dos dados demonstrou que quase metade dessas pessoas não estava realmente desaparecida. Havia ainda registros duplicados, com denúncias de desaparecimento de uma mesma pessoa tendo sido feitas por mais de um parente ou amigo.
Segundo Smith, o paradeiro de alguns sobreviventes ainda não é conhecido porque as infraestruturas de energia e comunicação nas Ilhas Ábaco foram destruídas.

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