Na França, 125 mil saem às ruas no quarto sábado de protestos | Jornal Nacional



Cento e vinte e cinco mil pessoas foram às ruas pelo quarto sábado seguido de protestos na França. Os manifestantes ocuparam as ruas e estradas de toda a França. Dez mil protestaram em Paris.

Um senhor contou que veio para rua porque está triste. “Muita gente não ganha o suficiente para viver. Há muita pobreza. É horrível”, disse ele.

A série de protestos começou no dia 17 de novembro, contra o aumento dos impostos sobre os combustíveis. Os manifestantes vestem coletes amarelos, como os exigidos no trânsito, e têm apoio da maioria da população, de acordo com as pesquisas. Nessa semana, o governo suspendeu o reajuste. Mas o descontentamento nas ruas se generalizou contra o custo de vida alto na França.

Com medo de depredações, como as registradas no último fim de semana, os principais pontos turísticos da capital ficaram fechados. A poucos dias do Natal, muitas lojas também não abriram.

O ministro do Interior, Cristophe Castaner fez um apelo para que as manifestações fossem pacíficas. Oitenta e nove mil policias estavam nas ruas. Em várias cidades, os confrontos se repetiram.

Em Paris, grupos violentos se infiltraram na multidão: jogaram bombas caseiras, incendiaram veículos, depredaram bancos e vitrines. A polícia reagiu com gás lacrimogêneo e jatos de água. Pelo menos 920 pessoas foram detidas só na capital. Cento e dezoito ficaram feridas, entre elas, 17 policiais.

A polícia liberou completamente a Avenida Champs Élysées no início da noite. Apesar dos confrontos e alguns registros de depredações, o protesto dessa vez foi mais tranquilo do que na semana passada. O presidente Emanuel Macron disse que só vai falar sobre as manifestações e medidas do governo na segunda-feira (10).

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