PIB cresce 0,4% no 2º trimestre, acima do esperado pelo mercado



Hoje, a poucos instantes atrás foi aconteceu a publicação no link do: HuffPost, do artigo “PIB cresce 0,4% no 2º trimestre, acima do esperado pelo mercado”

De acordo com o que foi veiculado pelo portal HuffPost:  O ministro da Economia Paulo Guedes, durante cerimônia de transmissão do cargo do novo presidente da Caixa Econômica Federal,Pedro Guimarães

O PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, teve um crescimento de 0,4% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O PIB somou R$ 1,78 trilhão no período.

O mercado previa um encolhimento de 0,13% no segundo trimestre. O dado foi medido pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central e divulgado em 12 de agosto.

O crescimento real do PIB do trimestre foi divulgado nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro, pelo IBGE, instituto de pesquisa e estatística. O PIB também apresentou altas de 1% na comparação com o segundo trimestre de 2018, de 0,7% no acumulado do ano e de 1% nos últimos 12 meses.

Na comparação do segundo com o primeiro trimestre deste ano, a alta de 0,4% foi puxada, sob a ótica da produção, pelos crescimentos de 0,3% do setor de serviços e de 0,7% da indústria. A agropecuária recuou 0,4% no período.

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro comemorou a alta em tom de provocação aos adversários políticos. “Aos poucos o Brasil vai saindo do buraco que o PT colocou”, escreveu.

Na indústria, os principais desempenhos vieram da indústria da transformação (2%) e da construção (1,9%). As indústrias extrativas recuaram 3,8% e a atividade de eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos caiu 0,7%.

Nos serviços, houve resultados positivos nas atividades imobiliárias (0,7%), comércio (0,7%), informação e comunicação (0,5%) e outras atividades de serviços (0,4%).

Por outro lado, tiveram queda os segmentos de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%), transporte, armazenagem e correio (-0,3%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,1%).

Sob a ótica da demanda, a alta do PIB do primeiro para o segundo trimestre foi puxada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (3,2%), e pelo consumo das famílias (0,3%). O consumo do governo teve queda de 1% e as exportações recuaram 1,6%. As importações cresceram 1%.

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