Proposta de Brexit não prevê postos de checagem na fronteira da Irlanda do Norte, diz Johnson



poucos momentos atrás veiculado através do link do: G1, do artigo “Proposta de Brexit não prevê postos de checagem na fronteira da Irlanda do Norte, diz Johnson”

De acordo com o que foi informado através do portal G1:
Primeiro-ministro do Reino Unido afirmou que nesta quarta-feira (2) a sua oferta de acordo para o Brexit será apresentada à União Europeia. Boris Johnson chega ao prédio onde acontece a conferência do Partido Conservador, em 1º de outubro de 2019
Phil Noble/Reuters
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse que vai submeter nesta quarta-feira (2) uma proposta “razoável e construtiva” de Brexit à União Europeia.
Johnson fez um discurso no fim da conferência anual do Partido Conservador, na cidade de Manchester.
Ele afirmou também que espera que os líderes do bloco de países europeus, sediados em Bruxelas, aceitem o texto para fazer um acordo –se isso acontecer, o Parlamento britânico ainda precisará ratificar os termos do tratado.
“Em Bruxelas, nós estamos levando à mesa o que eu acredito ser uma proposta construtiva e razoável que providencia um compromisso para os dois lado”, ele afirmou.
Fronteira entre as Irlandas
Um dos impedimentos ao Brexit até agora é a fronteira entre a Irlanda do Norte, que faz parte do Reino Unido, e a Irlanda, que é da União Europeia.
Hoje, não há postos de alfândega ou imigração entre os dois países – uma forma de evitar ataques terroristas, que foi implementada pelo Acordo de Belfast, em 1998.
Johnson afirmou, em seu discurso, que seu plano não prevê pontos de checagem na fronteira ou perto dela. “Nós vamos respeitar o processo de paz e o Acordo de Belfast”, disse ele.
Isso permitirá, segundo ele, que o Reino Unido tenha sua própria política comercial. Caso a União Europeia não aceite os termos, disse Johnson, a alternativa será um Brexit sem acordo.
Boris Johnson planeja apresentar plano para Brexit
Parlamento fechado
Boris Johnson pretende suspender o Parlamento por alguns dias a partir da próxima terça-feira, dia 8, como é tradicional antes de um discurso político lido pela rainha Elizabeth II, agendado para 14 de outubro, anunciou Downing Street nesta quarta-feira.
Johnson havia suspenso o Parlamento pela primeira vez, mas por cinco semanas, antes da Suprema Corte anular esta decisão, denunciada por seus oponentes como uma manobra para amordaçar os deputados e precipitar o Reino Unido em direção a um Brexit sem acordo com a União Europeia.
Já a suspensão anunciada nesta quarta-feira não deve representar um problema legal.

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