Se Macron retirar ‘insultos’, podemos conversar sobre ajuda à Amazônia, diz Bolsonaro



Hoje, a alguns instantes foi aconteceu a veicução através do site: HuffPost, da notícia “Se Macron retirar ‘insultos’, podemos conversar sobre ajuda à Amazônia, diz Bolsonaro”

Segundo o que foi divulgado através do site HuffPost: A fire burns trees and brush along the road to Jacunda National Forest, near the city of Porto Velho in the Vila Nova Samuel region which is part of Brazil's Amazon, Monday, Aug. 26, 2019. The Group of Seven nations on Monday pledged tens of millions of dollars to help Amazon countries fight raging wildfires, even as Brazilian President Jair Bolsonaro accused rich countries of treating the region like a

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (27) que pode conversar sobre a possibilidade de aceitar uma ajuda de ao menos US$ 20 milhões do G7 para combater queimadas na Amazônia, desde que o presidente francês, Emmanuel Macron, retire “insultos” que fez a ele.

Em entrevista a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro negou que o governo tenha decidido recusar a ajuda anunciada por Macron após reunião do G7.

A informação foi anunciada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na segunda-feira (26). Ele disse ainda  que o dinheiro “talvez seja mais relevante para reflorestar a Europa”.

“Eu falei isso? Eu falei? O presidente Bolsonaro falou?”, indagou o presidente, quando questionado pelos repórteres nesta terça.

“Primeiramente, o seu Macron tem que retirar os insultos que fez à minha pessoa. Primeiro ele me chamou de mentiroso. Depois, informações que eu tive, de que a nossa soberania está em aberto na Amazônia. Então, realmente, para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, ele vai ter que retirar essas palavras, daí a gente pode conversar”, acrescentou.

Bolsonaro e Macron têm trocado farpas publicamente nos últimos dias por causa do aumento das queimadas na Amazônia, e o presidente francês chegou a falar da possibilidade de um status internacional para a floresta.

A guerra de palavras incluiu insultos a Macron por parte de ministros do governo Bolsonaro, além do presidente ter endossado uma publicação em rede social ofensiva à primeira-dama francesa, Brigitte Macron.

No último sábado (24), um seguidor comentou em uma publicação do presidente brasileiro uma foto de Bolsonaro e Michelle e outra de Macron e Macron e Brigitte com a legenda: “Agora entende por que Macron persegue Bolsonaro?”. O ex-deputado respondeu: “Não humilha cara. Kkkkkkk”.

Macron respondeu, nesta segunda, que os brasileiros “merecem um presidente que se comporte à altura” do cargo e que “as mulheres brasileiras sem dúvida têm um pouco de vergonha [de seu presidente]”. “O que eu posso dizer a vocês? É triste, é triste, mas é em primeiro lugar triste para ele e para os brasileiros”, emendou. 

Macron tem feito críticas à conduta do governo brasileiro em relação ao desmate na Amazônia. Na avaliação do presidente francês, as queimadas na Amazônia geram uma crise internacional. Foi por iniciativa dele que os países membros do G7 foram convocados a discutir o tema. O líder francês disse que Bolsonaro mentiu sobre preservar o meio ambiente durante encontro que teve com ele no G20.

Entre janeiro e 21 de agosto, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registrou 75.336 focos de incêndio, 84% a mais do que no mesmo período de 2018. Segundo ambientalistas, a multiplicação dos incêndios ocorre devido ao rápido avanço do desmatamento na região amazônica, que em julho quadruplicou em relação ao mesmo mês de 2018, de acordo com dados do Inpe.

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